Sugestões de livros e filmes que nos inspiram e ajudam a nos

 

conectarmos com nossa alma e com o Amor.  

A Coragem de ser Imperfeito, Brené Brown.

Através de minha própria jornada descobri que, se você quiser seguir sua voz interior e realizar seus verdadeiros desejos, você precisa sair de sua zona de conforto. E isso pode ser assustador. É preciso coragem, humildade e, acima de tudo, vulnerabilidade. Portanto, minha escolha para este mês é o incrível trabalho de Brené Brown, A Coragem de ser Imperfeito.

Brown nos guia através da beleza e do poder da vulnerabilidade. Ela nos dá insights profundos sobre como deixar cair a armadura que nos protege nos impedindo de sermos vulneráveis para que possamos aparecer, nos deixar ver e ser verdadeiramente nosso eu autêntico.

"Vulnerabilidade é o berço do amor, da pertença, da alegria, da coragem, da empatia e da criatividade. É a fonte de esperança, empatia, responsabilidade e autenticidade". Se queremos maior clareza em nosso propósito ou vidas espirituais mais profundas e significativas, a vulnerabilidade é o caminho". - Brené Brown

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Desenvolva a Sua Intuição, Shakti Gawain

Todos nós ouvimos falar de intuição, mas como podemos distinguir a intuição de nossas outras vozes interiores? Como podemos começar a praticar a escuta de nossa intuição? Nesta leitura curta e fácil, Shakti convida seus leitores a praticar alguns exercícios diários que nos ajudarão a captar a voz de nossa intuição. Ao relatar histórias, enquanto explica de onde vem nossa intuição, pouco a pouco a autora nos encoraja a encontrar o equilíbrio entre nossa mente racional, que tende a nos enganar de tempos em tempos, e nossa intuição, essa orientação que vem de dentro, como parte de algo maior e que nos leva à realização. Eu definitivamente recomendo a leitura e as práticas.

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Dia da Marmota

De volta aos anos 80, porém um filme eterno e perfeitamente adequado para os tempos de lockdown.
Bill Murray fica preso em um loop, acordando todas as manhãs no mesmo dia "chato". Apenas para perceber, após muita luta, que as respostas para sua liberdade estão dentro de si.
A comédia esconde profundas lições, pois trata dos aspectos que passamos durante um despertar- sentimo-nos presos, aborrecidos, angustiados, culpamos o mundo exterior por nosso estado emocional, tentamos mudá-lo, lutamos contra ele, cedemos, nos humilhamos, mergulhamos fundo em nossa "sombra" - todas as trevas que não queremos aceitar, enfim aceitamos a nós mesmos e dentro da escuridão alguma luz é revelada, seguimos essa vivacidade e redescobrimos a nós mesmos e ao mundo ao nosso redor com um lugar de alegria e amor. Renascemos.

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Gênio Indomável

A escolha de hoje é um dos meus filmes favoritos, Good Will Hunting, um drama americano de 1997, estrelado por Robin Williams, Minnie Driver, Matt Damon e Ben Affleck.

Através da história de Will, um faxineiro de 20 anos, e também desconhecido gênio matemático, com uma infância traumática, o filme reflete sobre como reconhecer e permitir que as nossas feridas passadas venam a luz, pode nos ajudar a nos abrirmos para o amor, para a vida.

Com a ajuda de um terapeuta, ninguém menos que Robin Williams, o menino encara e assume o seu passado, e torna-se autor de sua história para finalmente abraçar seu próprio dom e caminho.

O filme é repleto de pequenos momentos e diálogos atenciosos do protagonista com seu psicólogo, mas também com seu melhor amigo, que o pressiona a abraçar seu destino - "ele está sentado em um bilhete de loteria vencedor, mas tem muito medo de descontá-lo".

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Imensidão Azul

"Go, go and see my love".

Com locações de tirar o fôlego, o filme de 1988 retrata a amizade e a rivalidade respeitosa entre Jacques Mayol e Enzo Maiorca, dois dos mais renomados mergulhadores de apinéia de todos os tempos. Nas entrelinhas o filme nos mostra o significado do amor incondicional.

O amor é sobre deixar o outro ser e se necessário ir.
O amor é sobre dar , dar sem a expectativa de receber.

Um bom lembrete para aceitar e amar as pessoas por quem elas são.

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Lucy

Filme incrível de Luc Besson!
Se trata de um filme de ação (com Scarlett Johansson e Morgan Freeman), que relata o que aconteceria se nós humanos expandíssemos nossa consciência. Hoje acredita-se que usamos, ou temos consciência de apenas 10% da capacidade de nossas mentes. Bom, 10% se pensarmos em uma unidade criada pela nossa mente, para explicarmos o nosso mundo, o que de fato pode não ser a realidade, uma vez que o tempo parece ser a única medida plausível para justificarmos nossa existência física, palpável e visível no mundo físico. Confuso? Aberto a questionamentos? Provavelmente, e esta é a idéia do filme. Questionarmos aquilo que acreditamos ser real, proveniente de nossas projeções internas. Afinal de onde viemos, por que estamos aqui e para onde vamos? A expansão, o Tudo se resumiria ao Nada, e este Nada seria então o Infinito, onde todos seríamos Um.

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MEDO, Thich Nhat Hanh

Embora seja um livro de auto-ajuda com exercícios práticos - não realmente minha preferência - o livro me surpreendeu de uma forma muito positiva!
Escrito por um conhecido monge vietnamita, os ensinamentos são sustentados pelo princípio budista da presença, midfullness. O medo surge de nossa incapacidade de viver no momento presente, o único lugar onde o amor pode existir.
A descrição de Thich Nhat Hank do que mais tememos, como morte, doença, solidão, é simples mas poderosa, como a presença de um monge, e transmite a mensagem, não somente por suas palavras mas também por seu estilo, de que ao estarmos presentes em cada momento permitimos que o amor invada a nós mesmos, superando assim o medo.
Onde há presença, há amor e, portanto, não pode haver medo.
Os exercícios sugeridos são mantras diários para nos ajudar a estar presentes e começar a mudar nossos pensamentos no sentido de nos rendermos ao momento presente.
Para minha surpresa, ao final do livro você percebe como a leitura em si é de fato um mantra oculto!
Por sua simplicidade e objetividade, o livro transmite sua mensagem. Grande livro :)

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O Universo no Olhar (I Origins)

Neste filme, lançado em 2014 nos deparamos com a questão conflitante entre ciência x espiritualidade. Podem ambas co-existirem? Podemos acreditar em forças que estão além do nosso controle e cinco sentidos, mesmo vivendo em um mundo fascinado em explicar tudo o que aqui acontece? Dr. Ian Grey, um cientista céptico e obcecado em estudar o olho humano, acaba por se envolver com Sofi, uma mulher que lhe mostrará que nem tudo é como parece ser, e que talvez exista algo que a nossa visão não possa enxergar. Uma minhoca não possui visão e portanto não enxerga aquilo que nós humanos enxergamos, mas isso não faz com que aquilo que exista ao seu e nosso redor não exista - a minhoca simplesmente não possui a visão. Não poderia ser este também o nosso caso? Como diz Marianne Williamson, é apenas a arrogância do nosso ego, que nos faz acreditar que aquilo que não percebemos fisicamente, não existe. Um filme intrigante e surpreendente!

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Rocketman

O filme musical biográfico sobre a vida de Elton John, nos mostra como nos perdemos de nós mesmos, e como é importante aceitarmos quem somos, apesar das circunstâncias externas, as quais não temos controle. Buscando ser amado, primeiramente pelos seus pais e depois por aqueles que cruzaram seu caminho, a história de vida de Elton John nos mostra o nosso desejo de sermos vistos por quem somos, sem projeções e assim amados incondicionalmente. A vida de Elton é transformada quando enfim ele percebe que o amor que buscava sempre esteve dentro de si.
Quantas vezes não esperamos que este amor incondicional venha de fora, quando o que nos faz brilhar e renascer é reconhecer que este amor já existe dentro de nós!

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